Pular para o conteúdo principal

Esperança festeja 45 anos e público recorde prestigia

Ivan Leite compartilha com o público a alegria de festejar os 45 anos

Na expectativa de diversão, dança, estreitar laços de amizade e prestigiar a passagem dos 45 anos da ‘Pioneira do Interior Sergipano’, um público recorde lotou a Praça dos Correios, centro comercial, na noite de ontem (segunda-feira, 30), para curtir o som da Orquestra Carlos Gomes, de Tarcísio e Banda e da Banda Prathiter. Foi um mega evento que contou com um público jamais reunido em uma festa semelhante.  A orquestra Carlos Gomes tocou forró, Tarcisio atacou de arrocha e a Prathiter contagiou todo o público com o pagode romântico, fazendo jovens e idosos dançarem na pontinha do pé.

O prefeito Ivan Leite falou da alegria de compartilhar com os estancianos a passagem dos 45 anos da Rádio Esperança que foi idealizada pelo seu pai, Dr. Jorge Leite.  Ivan enfatizou a luta de Estância pelo Campus Universitário e pediu a somação de todos.  Por fim, revelou que a Banda Cavaleiros do Forró fará a abertura dos festejos juninos de Estância no final de maio, 31.

Esteveram presentes: a vice-prefeita Cleide Maria; o  diretor do SAAE, Everaldo Carvalho;Luiz Carlos Dissanti (Secretário de Comunicação); Adriana Cléa (Secretária de Educação), Jorge Luiz (Diretor da SMTT); Romualdo Viera, Evilásio Ribeiro (Sulgipe), Soraya Salim  e o esposo Anginho; Dany Showcolates; locutores da rádio, Saulo Oliveira, Karina Liberal, Genílson Máximo, Valter Santos, José Félix, Cosmo dos Santos (Théo Batista). Foi uma festa de extrema alegria que contagiou a todos os presentes.





















Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Estância lamenta a perda irreparável de Riviany Magalhães, ícone da Educação Municipal

  A cidade de Estância está profundamente abalada com a precoce e trágica perda da professora Riviany Costa Magalhães, vítima de um acidente na BR-101. Mestre em Educação, Pedagoga, Psicopedagoga, Advogada e ex-secretária Adjunta da Educação, Riviany deixou um legado significativo para a educação do município. Sua partida inesperada representa uma perda imensa, não apenas pela vasta contribuição profissional, mas também pela presença acolhedora que exercia nas escolas municipais, onde, com dedicação, transformava a vida de alunos, colegas e toda a comunidade. Riviany não era apenas uma educadora, era um símbolo de afeto, compromisso e competência. Sua trajetória, interrompida de forma abrupta, deixou todos profundamente consternados, pois ainda havia muito a ser oferecido. A ausência de Riviany é sentida de forma irreparável, mas seu exemplo continuará vivo, servindo de inspiração para todos que tiveram o privilégio de conhecê-la. O prefeito Gilson Andrade e o vice-prefeito André G

Os cabarés de Estância, os homens de bem e o falso moralismo

Sem a menor pretensão de estar escrevendo algo original, singular, adianto que a minha motivação   para juntar esse monte de letras que chamo de texto, são as obras de Gabriel Garcia Marques, “Memórias de Minhas Putas Tristes”, as de Jorge Amado, “Teresa Batista Cansada de Guerra”, e Gabriela Cravo e Canela, assim como as músicas, “Cabaré” de João Bosco e Aldir Blanc, “Folhetim” de Chico Buarque de Holanda e “Geni e o Zepelim” também de Chico Buarque. Farei   observações sobre as profissionais do sexo, ora como putas, ora como prostitutas, ou qualquer outro sinônimo, seguindo o vocabulário de cada época. Escrever sobre personagens do andar de cima ou do andar de baixo é uma opção ideológica e não literária em minha opinião, por isso escolhi mais uma vez escrever sobre gente discriminada, gente que apesar do trabalho que exercia, tinha mais dignidade do que se imagina. Estou me referindo aos proprietários de cabarés. Quanto mais lemos, quanto mais estudamos as obras de Jorge

Estância e as suas ruas de nomes pitorescos

Capitão Salomão, centro Por: Genílson Máximo Estância, traz de pia, nome   que  converge em  ascensão ao substantivo feminino. Nome que  agrada ouvir sua sonoridade e que não o é cacófato. Por conta da sua simbiose com o município de Santa Luzia - do qual  foi povoação - quiçá, recebeu do mexicano Pedro Homem da Costa o nome de Estância, talvez  por ser  um local de paragem, de descanso quando das viagens de comércio entre outros  os povos da época. Denominada pelo monarca  Dom Pedro II como o Jardim de Sergipe,  Estância guarda na sua arquitetura os sobrados azulejados, possui um belo acervo arquitetônico, apesar das constantes perdas provocadas por destruições e mutilações de prédios históricos. Estância  das festas juninas, do barco de fogo, dos grupos folclóricos. Estância composta  por nomes de ruas que rasgam o tempo, mesmo com  as constantes mudanças de nomes, continuam vivos no consciente popular  com os seus  pitorescos  nomes. O programa "Sábado Esperança&