Um município com a pujança econômica de Estância não pode continuar sendo mero espectador das decisões que moldam o futuro de Sergipe. A ausência de uma voz própria na Assembleia Legislativa é um freio ao desenvolvimento que precisa ser superado nas próximas urnas. O paradoxo da invisibilidade Hoje, 1º de julho de 2026, Estância, o "Berço da Cultura Sergipana", enfrenta um cenário que desafia a lógica de sua própria importância. Com um parque industrial consolidado, uma posição geográfica estratégica e um potencial turístico invejável, o município vive um estranho processo de "autoexílio político". Desde 2014, quando o então deputado estadual Gilson Andrade deixou a Assembleia Legislativa para assumir outros projetos, Estância mergulhou em um jejum de representação na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Ao completar mais de uma década desse hiato, a pergunta que ecoa nas ruas é: por que uma cidade que tanto vota continua sendo preterida na distribuição ...